é o espaço que se abria pro infinito
no fim da avenida teixerense
onde só na escuridão das sete horas
se perdia entre o nada
as luzes do frigorífico.
dali em diante, só ali naquele instante
é que se via o fim do mundo
que não acabava
dava voltas
mas a volta neste caso só começava
e quantas corridas tivesse dado
sempre saberia
que jamais teria terminado.
de qualquer sorte, notei, que uma parte do meu ser - aqui já esgotava.
Nenhum comentário:
Postar um comentário